Casa do Pão encerra programação do Outubro Rosa com oficina sobre autoestima e empoderamento feminino
Fortalecer mulheres também é promover dignidade, reconhecer capacidades e contribuir para a garantia de direitos. Com essa perspectiva, a Casa do Pão realizou, na terça-feira (27), a última oficina do projeto “Nós Mulheres”, encerrando a programação da instituição alusiva ao Outubro Rosa.
Viabilizado pelo Ministério das Mulheres e pelo Instituto Darwin, o encontro teve como tema “Destravando a Síndrome da Impostora” e foi facilitado por Paula Felipe. A atividade proporcionou um espaço de reflexão sobre autoestima, autoconfiança e empoderamento feminino.

Reconhecer a própria capacidade também é um passo para a autonomia.
A Síndrome da Impostora é uma expressão utilizada para descrever experiências em que uma pessoa tem dificuldade de reconhecer suas próprias conquistas e capacidades, podendo sentir que não merece o reconhecimento que recebe.
Ao abordar o tema, a oficina convidou as participantes a refletirem sobre a maneira como enxergam a si mesmas, seus potenciais e suas possibilidades. A discussão também dialogou com os desafios enfrentados por mulheres em uma sociedade marcada por desigualdades, julgamentos e violações de direitos.
Promover espaços de escuta, troca e aprendizado é uma forma de fortalecer a confiança das mulheres e contribuir para que reconheçam seu valor e sua capacidade de fazer escolhas sobre a própria vida.
Ao longo da programação do Outubro Rosa, a Casa do Pão reforçou a importância de olhar para a saúde e o bem-estar das mulheres de maneira integral. Esse cuidado envolve não apenas a prevenção de doenças, mas também o acolhimento de histórias, a atenção à saúde mental e o fortalecimento da autoestima e da autonomia.

O encerramento da oficina foi marcado pela entrega dos certificados de participação, reconhecendo o envolvimento das mulheres nas atividades propostas.
A Casa do Pão agradece ao Ministério das Mulheres, ao Instituto Darwin e à facilitadora Paula Felipe pela contribuição para a realização da iniciativa.
Mais do que encerrar uma programação, a experiência reafirma um compromisso que precisa continuar todos os dias: acolher mulheres, valorizar suas histórias e fortalecer caminhos para uma vida com mais dignidade, direitos e autonomia.



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